A janela não se estende
Entre a abertura de vendas e a data existe um intervalo fixo. A campanha não pode aprender no ritmo confortável: a leitura precisa acertar cedo, porque não há segunda tentativa para a mesma noite.
Agência de Marketing para Eventos e Entretenimento
Atuamos ao lado de produtoras, artistas e eventos ao vivo conectando mídia, busca orgânica, dados e CRM dentro da janela em que o ingresso precisa ser vendido, usando o que cada cidade ensina para decidir a próxima.
Em cartaz · quem já confia na Seten
Por que é diferente
Um e-commerce pode recuperar amanhã a venda que não fez hoje. Uma turnê ou um evento, não: a data chega, a casa enche ou não enche, e o orçamento que sobrou não volta. Isso muda o que a mídia precisa fazer e em que ritmo.
Seis diferenças · escolha uma
Entre a abertura de vendas e a data existe um intervalo fixo. A campanha não pode aprender no ritmo confortável: a leitura precisa acertar cedo, porque não há segunda tentativa para a mesma noite.
Demanda, concorrência de agenda, familiaridade com o artista e poder de compra mudam de cidade para cidade. O que funcionou em uma cidade vira hipótese na próxima, não receita.
Abertura, meio de janela e reta final se comportam de formas diferentes. Distribuir o investimento em partes iguais ao longo do período costuma custar caro nos dois extremos.
O checkout acontece na plataforma de ticketing. Isso muda o que precisa ser observado entre o anúncio, a página e a compra, inclusive o que é possível medir em cada etapa.
Quem já foi a um show, quem clicou e não comprou e quem comprou para outra cidade são públicos distintos. Tratar todo mundo como tráfego frio joga fora o ativo mais barato da operação.
Com várias cidades em paralelo, a pergunta deixa de ser quanto investir e passa a ser onde investir agora, e a resposta muda enquanto a turnê acontece.
Modelo operacional
Cada cidade anunciada produz sinal: o que o público respondeu, o que converteu, o que saiu caro. Esse sinal não termina quando a data passa: é justamente o que separa a segunda cidade da primeira.
Experiência
Atuamos ao lado de algumas das principais produtoras e artistas da comédia nacional. É dessa convivência com turnês reais, com janelas curtas, várias cidades e casas para encher, que vem o repertório descrito nesta página.
Em cartaz com a Seten
Como começa
É o mesmo fluxo que usamos em qualquer conta da Seten. O que muda em entretenimento e eventos ao vivo é o prazo: cada fase precisa caber antes de a data chegar.
Leitura da operação como ela está hoje: histórico de cidades e datas, canais ativos, plataforma de ticketing, dados disponíveis e o que já foi tentado antes.
Distribuição de investimento entre cidades e momentos da janela, com as hipóteses de crescimento escritas antes de o primeiro real ser gasto.
Campanhas no ar, tracking configurado e acompanhamento da jornada até o checkout enquanto as vendas acontecem.
Realocação conforme o comportamento real de venda, cidade a cidade, com a janela ainda aberta, e não em retrospectiva.
Perguntas frequentes
Planeja e opera a divulgação que leva o público até a compra do ingresso: define para quem o evento fala, em quais canais anunciar, como as páginas do artista e de cada data aparecem no Google e em respostas de IA, como falar de novo com quem já foi a outras edições e quais dados acompanhar até o checkout. Na Seten, esse trabalho junta mídia paga, busca orgânica, CRM e leitura de dados dentro da janela de vendas de cada data.
Começa por entender a cidade e o público: quem já conhece o artista ou o formato, quem procura o evento e quanto tempo existe até a data. A partir disso, a mídia paga alcança quem ainda não conhece, as páginas do evento respondem a quem procura data, local e onde comprar, e quem já comprou em outras edições recebe a novidade primeiro. O investimento acompanha os momentos da janela de vendas, com mais peso na abertura e na reta final, em vez de ser dividido em partes iguais.
Antes da abertura de vendas. Não existe um prazo único que sirva para todo evento: depende do tamanho da casa, de quantas datas estão à venda e de quanto o público já conhece o artista. O que vale em qualquer caso é ter diagnóstico, estratégia e tracking prontos antes de a janela abrir, porque a data não muda e o ingresso que não foi vendido até ela não se recupera depois.
Pelo que a venda registra, e não só pelo que o anúncio mostra. Clique e visita indicam interesse; ingresso vendido é o que fecha a conta. Como o checkout acontece na plataforma de ticketing, o que dá para medir em cada etapa depende do acesso aos dados e do rastreamento que essa plataforma permite, e isso é levantado no diagnóstico. Com a leitura montada, cidades, canais e momentos da janela podem ser comparados enquanto as vendas ainda estão abertas.
Não como receita pronta. Demanda, concorrência de agenda, familiaridade com o artista e poder de compra mudam de uma cidade para outra. O que uma cidade ensina entra como hipótese na próxima, e o investimento é redistribuído entre as cidades enquanto a turnê acontece, conforme o ritmo real de venda de cada uma.
Sim. Quem já foi a um show, quem clicou e não comprou e quem comprou para outra cidade são públicos diferentes e não deveriam receber o mesmo anúncio. Com relacionamento por e-mail e WhatsApp, essa audiência pode saber da nova data antes da abertura para todos, e a venda deixa de depender só de público novo.
Com um diagnóstico da operação como ela está hoje: histórico de cidades e datas, canais ativos, plataforma de ticketing, dados disponíveis e o que já foi tentado. Em seguida vêm a estratégia, com a distribuição do investimento entre cidades e momentos da janela; a execução, com campanhas no ar e tracking configurado; e a otimização, com realocação conforme o comportamento real de venda. A primeira conversa serve para entender a sua data e onde a operação pode ganhar eficiência antes de as vendas abrirem.
Próximo passo
Se você tem datas marcadas, um evento ou uma temporada para anunciar, revisamos juntos onde a operação pode ganhar eficiência antes de a janela de vendas abrir.